1º de maio: Dia da Trabalhadora e do Trabalhador será mais um momento de luta!

Após a greve geral, este será mais um dia de a categoria lutar contra a política de destruição dos direitos sociais, trabalhistas e previdenciários do governo ilegítimo de Michel Temer. Compareça aos atos em seus estados!

O Dia das Trabalhadoras e dos Trabalhadores, 1º de maio, será mais uma vez um momento de luta e resistência contra o maior ataque aos direitos trabalhistas, previdenciários e sociais já ocorrido na história no Brasil. Ataque esse promovido pelo governo ilegítimo de Michel Temer, encontrando apoio em um Congresso Nacional repleto de parlamentares denunciados por corrupção e a serviço da agenda neoliberal, recebendo amparo da grande mídia, que tenta desqualificar a forte luta da classe trabalhadora, como ocorreu no dia 28 de abril.

Portanto, assim como na greve geral, promovida pela classe trabalhadora em todo o País, a Fenapsi e seus sindicatos de base orientam psicólogas e  psicólogos a lutarem em seus respectivos estados nas mobilizações do Dia da Trabalhadora e do Trabalhador, 1º de maio.

“Enquanto trabalhadoras e trabalhadores, entendemos o 1º de maio como um momento de luta. E diante das ameaças que estamos vivendo, alertamos à categoria sobre mais este momento de reforçamos a luta pela não aprovação da reforma trabalhista, pela não aprovação da reforma da Previdência, por direitos sociais e serviços públicos de qualidade para o povo. Vamos à luta, categoria”, convoca a direção da Fenapsi.

CLT completa 74 anos muito ameaçada. O 1º de Maio é também a data de aniversário da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), assinada pelo presidente Getúlio Vargas, em 1943. Atualizada ao longo dos seus 74 anos, tendo recebido 497 modificações, ela nunca foi empecilho para a geração de empregos e fazer o Brasil crescer.
Diante do governo ilegítimo de Michel Temer, a CLT, contudo, já sofreu um duríssimo golpe com a aprovação da reforma trabalhista na Câmara dos Deputados. O texto segue agora para o Senado Federal. E a classe trabalhadora deve fortalecer o embate para que a medida não seja aprovada e se consolide na destruição da CLT, como anseia o presidente ilegítimo.