Em planejamento, direção da Fenapsi traça ações políticas contra a precarização do trabalho da categoria

Federação realizou o planejamento estratégico da atual gestão em São Paulo. Planejamento aconteceu no Sindicato das/os Psicólogas/os de São Paulo, e a Federação conta com as entidades de base para colaborar na luta em favor da categoria profissional e da Psicologia brasileira.

Muito enfrentamento da retirada de direitos trabalhistas, sociais e previdenciários e muito empenho em favor das psicólogas e dos psicólogos brasileiras/os na luta contra a precarização do trabalho e por condições melhores e dignas em todos os campos de atuação. Essas são algumas das diretrizes da gestão União, Resistência e Luta, que foram apontadas no planejamento estratégico da direção da Federação, levando-se em consideração o plano de lutas aprovado no Congresso Extraordinário da Fenapsi.
O planejamento aconteceu nos dias 5, 6 e 7 de maio, na sede do Sindicato das/os Psicólogas/os de São Paulo, na capital paulista. A direção (2017/2020) foi eleita no Congresso, realizado no início de abril também em São Paulo.
“Aprovamos o plano de lutas no nosso Congresso, onde a nossa gestão foi eleita. E, agora, no planejamento discutimos as estratégias para a construção prática do nosso plano de lutas a ser efetivado neste triênio em que estaremos à frente da Fenapsi”, frisa a presidenta da Federação, Shirlene Queiroz.
Segundo ela, o trabalho vai precisar de todo o apoio por parte dos sindicatos de base, da categoria e de instituições que visam lutar contra a conjuntura política de retirada de direitos e contra a precarização do trabalho da psicóloga e do psicólogo em todo o País.
“Vamos precisar dos nossos sindicatos, fazendo a luta local, nos municípios e nos estados em favor da nossa categoria profissional. E vamos caminhar juntos com entidades que visam lutar contra a precarização do trabalho, já que o momento político, com reformas trabalhista e da Previdência, com terceirização sem limites tende a nos levar para situações de atuação ainda mais precárias. Por isso, é imperioso que façamos a luta com apoio das nossas entidades base e, sobretudo da nossa categoria que deve cada vez mais se unir enquanto classe trabalhadora”, assinala Shirlene.
O planejamento estratégico também abordou questões administrativas da Fenapsi entre outras situações a serem tocadas até o fim do mandato da atual gestão.
Fonte: Fenapsi