Mais de dez mil pessoas participaram do ato dos movimentos sociais em Campo Grande

21737_1420985438197090_2981763049026296783_nManifestantes marcharam em defesa da Democracia, da Petrobrás, da Reforma Política, da Reforma Agrária e da Demarcação de Terras Indígenas

A atividade aconteceu na manhã desta sexta-feira (13) na capital sul-mato-grossense debaixo de um sol escaldante de aproximadamente 40º graus. Milhares de manifestantes caminharam pelas ruas de Campo Grande, em um trajeto de aproximadamente dois quilômetros, que reuniu mais de dez mil pessoas, segundo informações da Polícia Militar ao final do evento.

O Presidente da CUT-MS, Genilson Duarte, comentou sobre a manifestação, “estamos muito felizes com a participação neste ato, pudemos dialogar com a população, defendemos a democracia brasileira e a Petrobrás contra qualquer tentativa de golpe. Sabemos que precisamos criar algumas pontes, pois foram editadas medidas impopulares pelo governo neste ano. Mas nós precisamos neste momento, agradecer à classe trabalhadora que atendeu ao nosso chamado, agradecer aos movimentos sociais que construíram esta caminhada, que com certeza, mobilizou mais de dez mil pessoas, e se preciso for, voltaremos às ruas novamente, mobilizando mais vinte mil, trinta mil, o quanto for preciso para defender nossa democracia e os direitos que conquistamos nos últimos anos.” disse.

Segundo a dirigente estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST/MS), Marina Ricardo Nunes, em Mato Grosso do Sul a unidade do campo e da cidade se fortalecem a cada luta juntos. “Unidos somos mais fortes e capazes de tocar a revolução que esse país tanto necessita. O MST sempre terá lado em suas lutas e sempre será o dos trabalhadores e trabalhadoras que sonham com um Brasil das reformas: agrária, política, urbana e tributária. Um país desenvolvido, com justiça social e soberania alimentar. Ocupamos, resistimos, produzimos e lutamos sempre”, conclui.

Delegações de mais de vinte municípios do estado se fizeram presentes, entre trabalhadores sem-terras, indígenas, jovens, professores, operários da construção civil, servidores públicos municipais, estaduais e federais, entre tantas outras categorias representadas, uma verdadeira profusão muito importante e simbólica de militantes dos sociais e sindicais do Mato Grosso do Sul, que puderam compor o mosaico social tão rico e diverso desta manifestação histórica.
Listamos abaixo, algumas entidades que assinaram o manifesto dos movimentos sociais que organizaram este ato.
• CUT/MS – Central Única dos Trabalhadores de Mato Grosso do Sul  • CTB – Central dos Trabalhadores do Brasil • UGT – União Geral dos Trabalhadores • NCST – Nova Central Sindical dos Trabalhadores • MST/MS – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra do Mato Grosso do Sul • MLCRA – Movimento Camponês de Luta pela Reforma Agrária • FETAGRI-MS – Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar de Mato Grosso do Sul • Movimento Indígena  • FETEMS – Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul  • FETRICOM – Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Mato Grosso do Sul • SINERGIA – Sindicato dos Trabalhadores na Indústria e Comércio de Energia no Estado de Mato Grosso do Sul • SINTSPREV – Sindicato dos Trabalhadores Público em Saúde, Trabalho e Previdência em Mato Grosso do Sul • MMC – Movimento de Mulheres Camponesas • Sindicato dos Psicólogos de Mato Grosso do Sul • Fórum da Juventude de Campo Grande – MS • CDDH – Centro de Defesa dos Direitos Humanos Marçal de Souza  • Sintramms – Sindicato dos Trabalhadores da prefeitura de Campo Grande • Sintss – Sindicato dos Trabalhadores em Seguridade Social de Mato Grosso do Sul • SEEB/CG – Sindicato dos Bancários de Campina Grande e Região • Marcha Mundial das Mulheres • SINTECT/MS – Sindicato dos Trabalhadores nos Correios e Telégrafos de Campo Grande • CDDH – Centro de Defesa dos Direitos Humanos Marçal de Souza Tupã i • Partido dos Trabalhadores de Mato Grosso do Sul • Partido Comunista do Brasil de Mato Grosso do Sul